Agora vai, né, Federer?
Roger Federer não fez mais que a obrigação desta vez, e ganhou da zebra Robin Soderling por 3-0 (6-1, 7-6 e 6-4). Mas assim como a pressão para Soderling era enorme, pois sabia que estava diante de um Federer precisando mais do que tudo daquele troféu, o peso nas costas do suiço devia ser imenso também, mesmo sem a presença de Rafael Nadal. Afinal o título na França representaria uma guinada em sua carreira.
Entendo muito pouco sobre tênis. Sei o nome dos cinco primeiros do ranking da ATP e que não há brasileiros entre os Top 100.
Mas sempre me interesso por histórias de superação, raça e volta por cima.
Por isso que meu tenista favorito, depois do Gustavo Kuerten, claro, é o Andre Agassi.
