Youtubando: O verdadeiro campeão da F-1

Julho 14, 2009

O Schumacher pode ser o maior vitorioso da F-1 de todos os tempos. Mas eu era moleque quando se faziam os últimos campeões de verdade, como esse aí, que deu uma bela bronca no alemão:


Youtubando: músicas grudentas para uma noite deprê

Julho 14, 2009

Baixei Noah and the Whales no fim de semana e não consegui parar de ouvir Blue Skies, cujo vídeo que está rolando no Youtube coloco logo abaixo. É uma música ruim para se ouvir quando se está pra baixo, com o coração vazio. A letra é boba e triste, como toda canção de amor que fala sobre corações partidos deve ser. Acho que por isso que fica martelando na cabeça por um tempo.

“I’ll do anything
To be happy
Oh cause blue skies are calling
But I know that it’s hard”

Além do vídeo de Blue Skies, coloquei também outros vídeos de músicas no mesmo naipe que não consigo deletar do meu mp3 Player:

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Billie Jean, a mais tocada no começo de julho

Julho 10, 2009

Uma das músicas mais tocadas nos últimos dias, não só no Youtube, nos MP3 Players ou em programas de televisão, mas também em show do mundo todo foi, aposto eu, Billie Jean.

Coloquei aqui alguns vídeos com homenagens feitas por bandas e músicos ao falecido cantor. Há desde U2 e Coldplay até Peter Doherty, Amanda Palmer, Caetano Veloso e Simpsons.

A versão que eu mais gostei foi da Amanda Palmer, no dia 25 de junho de 2009, em um show no The Troubadour Club, na Califórnia:

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Scribd, o youtube dos textos

Julho 10, 2009

Acabei de me inscrever no Scribd.com. É mais uma rede social, desta vez de compartilhamento de textos – sejam reportagens, trabalhos acadêmicos, contos, livros inteiros, o que for. Quando foi lançado, em 2007, disseram que seria o “youtube dos livros e textos”. Hoje, sabe-se que não chega a tanto. Mas é uma ótima ferramenta para achar e disponibilizar coisas legais para ler.

Ainda estou aprendendo a mexer. Consegui colocar um livro agora há pouco do Oscar Wilde, só para teste. Pelo que pesquisei lá, há muito material protegido pela legislação, o que deve ser um problema para o site. Tentei colocar uma obra com copyright e fui barrado.

Os arquivos podem ser baixados em várias extensões (PDF, TXT, DOC ou até em MP3, como se fosse um podcast).

Em termos de interação, é um ótimo sistema pelo qual você pode montar uma rede de pessoas com as mesmas afinidades e trocar arquivos. Entretanto, quem quiser mais privacidade para, por exemplo, compartilhar documentos entre algumas pessoas, mas sem que o arquivo se torne público, há outras ferramentas, como o Google Docs.

A partir deste ano, os responsáveis pelo site começaram a vender obras.

Em um futuro próximo, onde o kindle dx se tornará algo comum na bolsa das pessoas, e onde e-paper coloridos e flexíveis não serão coisa apenas para se comentar ou linkar em blogs e microbloggings, pode ser o começo do fim da indústria do livro.

Por enquanto, para mim, o Scridb é mais uma forma de achar e disponibilizar – de forma rápida e barata – coisas interessantes.


Uma série: Hung (2009), HBO

Julho 10, 2009

Após um período de abstinência de seriados norte-americanos, comecei a assistir a alguns pilotos lançados no final de junho e no começo deste mês nos EUA. Por enquanto, um me chamou a atenção: Hung, da HBO.

Hung (2009), HBO

Quem não gostaria de poder, no meio de uma batalha bastante sangrente e aparentemente perdida, sacar uma espada e perceber que ela é a maior de todas, e que com ela é possível derrotar os inimigos?

Resumindo, é essa a história de Ray (Thomas Jane), um professor quarentão de educação física e técnico do time de basquete, falido, divorciado, que entra em uma crise depressiva após uma série de pequenos desastres pessoais. Frequentando um curso de auto-ajuda, ele resolve apelar para a única coisa que acredita ter de bom: o pênis.

Não sei dizer se é uma série dramática ou uma comédia. Há um tanto dos dois. Talvez role uma identificação entre o público masculino norte-americano com o seriado, pois acho que todos os homens que estão sofrendo com a crise econômica de lá queriam poder usar do mesmo artifício que Ray para resolver os problemas financeiros.

É aquele tipo de seriado que depende muito da capacidade do protagonista em segurar um projeto nas costas. Porque qualquer deslize do ator e o personagem fica parecendo estereotipado demais. O Thomas Jane é canastrão, mas parece que se encaixou bem nesse seriado fazendo o papel de um quarentão sem rumo.

Achei o piloto da série um pouco lento, mas justifica-se por ser o episódio que explica como tudo começou. Deu uma amarrada legal no histórico dos personagens.


Youtubando: show do U2 no dia 2.07.09

Julho 6, 2009

E ainda perguntam porque eles estão sempre no topo…

Acho que todo mundo que acessou esse blog tem idéia do que se trata a música “Sunday Bloody Sunday”, a cor verde e o que está rolando no Irã, então nem preciso comentar o vídeo acima.

Na minha leiga opinião, o U2 é a única e talvez última banda de rock que lota estádios de futebol.


O que fazer para mudar isso aí?

Julho 4, 2009

Esse ótimo vídeo divulgado hoje de manhã no UOL mostra bem a palhaçada que se tornou o Congresso Nacional. É triste. É deprimente. É uma vergonha. E me deixa com uma grande pergunta na cabeça:

“Como é que muda isso?”


Youtubando: Veronika decide morrer (2009)

Julho 3, 2009

Uma vez, cansado de ouvir falar mal do Paulo Coelho, comprei um livro dele no sebo e li. Afinal, também queria expressar minha opinião sobre o autor.

Levei para casa o “Veronika decide morrer”. Comecei a ler e parei na metade do livro. Não conseguia avançar mais. Tentei noutros dias, e nada. Devo ter avançado mais umas dez ou vinte páginas.

O texto é tranquilo, mas a história é chata demais, cansativa, um lenga-lenga que soava tão artificial.  Deixei na minha estante.

Agora descobri que o livro virou filme, com a Sarah Michelle Gelar fazendo o papel da Veronika. Desisti de dar uma nova chance à obra quando vi a cara da atriz no trailer (que segue abaixo) de “oh, a vida e seus mistérios e esse mundo doido, qual o sentido disso tudo?”

A história é a seguinte: Veronika é linda, tem tudo, menos um sentido para a vida, aí decide se matar, acorda numa clínica de loucos e descobre que tem poucas semanas de vida, então resolve se comportar de uma maneira totalmente diferente. Nunca soube se ela morre ou não no final.


Gripe suína vira febre nacional

Julho 3, 2009
Padre, parentes e amigos usam máscara no velório de caminhoneiro que teria morrido no Rio Grande do Sul, no final de junho, vítima da gripe suína.

Padre, parentes e amigos usam máscara no velório de caminhoneiro que teria morrido no Rio Grande do Sul, no final de junho, vítima da gripe suína.

A gripe suína veio para ficar. Até quando, não sabemos. Mas desde que os casos começaram a pipocar, no começo de maio, aos poucos essa nova febre nacional vai mudando cenas do nosso cotidiano e fotos clássicas da imprensa. Fui perceber isso quando vi a foto acima.

Essa foto é não só um sinal de medo ou precaução, mostra que a gripe suína chegou mesmo no Brasil.


#forasarney

Julho 2, 2009

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Qual o objetivo do #forasarney afinal?

Não sei. Foram tantas justificativas, tantas argumentações apresentadas na internet, que resolvi falar apenas por mim.

Acho que o José Sarney deve renunciar do cargo para – como senador – se defender de todas as acusações surgidas contra ele. Deixando assim a presidência livre para outro colega, que permita um trâmite o mais célere possível das mudanças exigidas pela sociedade por mais transparência e mecanismos contra corrupção. Com o Sarney atualmente no cargo, isso não tem sido possível. Também não acho que a defesa apresentada até agora por ele tenha explicado todas as acusações que pesam contra o senador.

Sei que a saída do Sarney em si não vai moralizar o Senado. Tenho certeza que ele continuará influente no meio político. Mas não concordo com a permanência dele na presidência.

E se assumir outro com tantas denúncias como há contra o Sarney, também serei contra. E espero ter a possibilidade de me manifestar – seja com #forafulano ou de outra forma qualquer, não importe quem ocupe o cargo, se houver acusações sem uma defesa bem justificada.

Aderi ao #forasarney pelo barulho, pela possibilidade de haver um número suficiente de pessoas que fizessem barulho a ponto de chamar a atenção da mídia. Incentivei outros a fazerem o mesmo. Adicionei links com reportagens ou comentários interessantes contra o senador na esperança de que alguém mais se manifestasse, que – motivado pelo barulho na mídia – se informasse sobre o José Sarney e a atual situação.

E, realmente, logo o #forasarney chamou a atenção da mídia, foi notícia em sites e jornais. Blogueiros passaram a repercutir isso. Pessoas alheias à discussão comentavam, mesmo que vagamente sobre o assunto.

Acredito também que muitas pessoas que digitavam o #forasarney estavam, como eu, indignados contra tantas acusações.

Surgiram protestos contra os protestos anti-Sarney. Pessoas que atacavam quem escrevia o #forasarney, dizendo que eramos todos apenas internautas querendo aparecer, querendo vestir máscaras de engajados social e politicamente. Alguns também que, por outros motivos, começaram a ironizar os nossos protestos. E quem realmente defendia, com bons argumentos, que o movimento era fadado ao fracasso.

Enfim. Acredito que cada um faz seu barulho como pode, e defende o que quiser. Desde que esteja bem intencionado e respeite a opinião alheia, eu respeito.

Para mim, uma coisa é certa: estamos todos insatisfeitos com a atual situação política. Isso é evidente. Mas cada um tem sua própria idéia do que fazer, suas próprias intenções, e não há um caminho mais claro e comum para o qual possamos nos direcionar numa maioria. Aí não há como juntar frustados, idealistas, esperançosos, ingênuos, espertos, bem-intencionados, pessimistas, os “do contra”, esquerdistas, conservadores, honestos etc.

Achei antecipado demais esse lance de querer ir às ruas só porque muitas pessoas digitavam o #forasarney no Twitter. A tag não é um sinal de que todos estamos mobilizados. É um sinal de que – de uma forma ou de outra – não compactuamos com o que está acontecendo no senado.

Ajudei, no meu perfil do Twitter, a divulgar a manifestação em Goiânia. Afinal, era uma informação que eu achei interessante. E tinha pessoas querendo saber. Ouvi dizer depois que não foi ninguém e que foram 15 manifestantes lá.

Mas como disse mais acima, é o que penso. Alguém pode concordar. Outros podem discordar. Em curto prazo, acredito que a imprensa continuará explorando o caso, os políticos aliados ou não vão agindo conforme interesses particulares ou partidários ou de terceiros, o Sarney vai renunciar ou não, e outros virão. Quantos presidentes de Senado já renunciaram?

A diferença é que desta vez a atual crise levou algumas pessoas a fazerem um barulho na internet. Um barulho que virou notícia. Não acho que devessemos ter nos levado tão mais a sério do que isso neste momento.